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Moda

#NYFW: O melhor das ruas dessa temporada

14/02/2016

Dá só uma olhada na seleção que fiz dos melhores looks de 3 tendências de street style que eu achei da temporada de inverno 2017 da New York Fashion Week:
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E aí, gostaram!? Qual é o look preferido de vocês?

 

 

Fotos retiradas do site Vogue.It e WMagazine

Esther Bereznjak
Leia meus posts!

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Styling

#Colorimetria: O guia basicão de cores

11/02/2016

Saber usar as cores corretamente é um diferencial na hora de montar qualquer look. Não importa o estilo, a ocasião. Saber usar a cor na hora de arrasar é essencial. E foi por isso decidi estrear essa nova sessão no Fluor. Aqui, nesse primeiro post de estréia, decidi falar do básico do básico. Afinal, o que é um círculo cromático? Cor complementar? Cor análoga?!

Sei que pode parecer bem bobo pra alguns, pra quem estuda moda, trabalha com isso, lê bastante ou qualquer coisa assim. Mas vejo por aí muuuita gente que se confunde ainda! E como que os posts que eu vinha programando, sobre composição de looks com color blocking, cores complementares, monocromática, etc, iam ser completos pra alguém que não sabe o básico?

 

O CÍRCULO CROMÁTICO E A CLASSIFICAÇÃO DAS CORES

O círculo cromático é a ferramenta básica pra gente trabalhar a harmonia das cores. Ele é composto por 12 cores: 3 cores primárias (aquelas que dão origem as outras cores), 3 cores secundárias (aquelas resultante da mistura equilibrada entre duas cores primárias) e 6 cores terciárias (resultantes das demais misturas).

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E, entre todas elas, são divididas entre cores quentes e cores frias. Quanto mais próxima do azul – que é a mais fria de todas – mais fria a cor é. Quanto mais próxima do amarelo, mais quente.

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COMO USAR O CÍRCULO CROMÁTICO

As possibilidades de harmonia são inúmeras e bem práticas de serem feitas. Vou comentar sobre as 4 principais:

CORES COMPLEMENTARES

As cores complementares são cores que encontram-se na posição oposta uma à outra no círculo cromático. São cores que intensificam a outra, então, na hora de combinar, precisa ter bastante cuidado pra não ficar com aquela famosa combinação cegante – breguíssima, que ninguém consegue olhar direito. Maaas, quando combinadas do jeito certo, acho que é a combinação mais bonita que dá pra ter!

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CORES ANÁLOGAS 

As análogas são as que ficam próximas no círculo cromático e, assim, não contrastam entre si. São aquelas cores que todo mundo sabe que combina! Verde e azul, rosa e vermelho, roxo e azul, etc. Ideais para combinações mais discretas ou pra quando quiser ousar mais na forma do look do que na cor.

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TRÍADE DE CORES

A tríade de cores é uma das composições mais harmoniosas. Sempre vai acabar em um look bem colorido e muito bem pensado. É só formar um triângulo dentro do círculo cromático, combinando com bom senso as cores.

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AND LAST BUT NOT LEAST… TONS MONOCROMÁTICOS

Parece o mais fácil, o mais óbvio, mas é o campeão dos erros por aí.

Primeiro, a gente tem que lembrar que NÃO EXISTE “cores monocromáticas”. Monocromático é aquilo que apresenta uma só cor. Ou seja, toda cor, a própria, é monocromática, certo? O que existe são tons monocromáticos, ou seja, as variantes de uma mesma cor.

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A minha sugestão é: tenham um círculo cromático! Pode ser um pôster, produzir o seu próprio com tinta guache, lápis de cor, etc… ou o mais simples: arranjar um daqueles de papelaria mesmo. Alguns até já vem com setas/triângulo desenhados! Vale muito a pena e custa em torno de uns 10 reais.

IMG_1216Agora, que a parte mais ‘técnica’ já foi comentada – e lembrando que é um post bem raso, sem muito aprofundamento no extenso universo das cores, só pra gente saber usar na hora de se vestir! – já dá pra aprender a compor o look com um olhar mais aguçado, com mais coerência né non? Gostaram? Então fiquem ligadas nos próximos posts! ♥


Esther Bereznjak
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kkkkkkkk
Livros

Quinta Avenida, 5 da Manhã

08/02/2016

Encontrei esse livro enquanto procurava biografias sobre a lady Hepburn, uma das celebridades que mais aprecio.

O livro conta mais da pré-produção (desde um pouco da história de Capote até o dilema de trazer um livro desse tipo para o cinema, tão censurado na época) e empecilhos da produção do que da produção em si. Também é contado bastante sobre o contexto da época que antecede o filme, a possível inspiração ‘real’ de Truman ao escrever o livro, e, um fato, que pra mim, me interessou muito: como aconteceu a curiosa parceria entre Humbert di Givenchy e Audrey Hepburn, que, após a produção de Funny Face (‘Cinderela em Paris’), chegou a ter, entre clausulas de contrato com Hepburn, uma não-negóciavel, que diz que Givenchy desenharia os figurinos dela por ali em diante.

Confesso que o me perdi um pouco nos nomes hollywoodianos de diretores, produtores, roteiristas, etc. Mas apesar disso, o livro é muito fácil de ler e decorre muito bem, como se o autor contasse uma história em que ele presenciou e conversou/entrevistou o elenco e a produção. E, para pessoas como eu, admiradores da lady Hepburn, ele mostra até mesmo um pouco de como ela trabalhava, e, traz, de uma perspectiva geral, quem era Audrey e como ela tentava conciliar sua família (Mel Ferrer e baby Sean, na época) com sua profissão.

“Tudo que você leu, ouviu dizer ou esperou que fosse verdade sobre Audrey Hepburn”, disse Richard Shepherd, “não chega nem perto do quanto ela era maravilhosa. Não existe na face da terra ser humano mais doce, gentil, atencioso, generoso, brilhante e modesto do que Audrey. Ela era simplesmente uma pessoa excepcional, extraordinária. Todo mundo tem de saber disso.”

 

Resumindo…

O livro tem uma abordagem bem interessante, que aborda o contexto da época e mostra a influência de Audrey Hepburn em Bonequinha de Luxo como parte do ‘surgimento da mulher moderna‘, uma mulher que se diverte, que vive sozinha, usa preto (vestimentas pretas geralmente eram usados em contextos de personagens ‘vilãs’ que se davam mal ou viúvas), e, apesar de ser um romance, Audrey, acostumada com papéis típicos, românticos da época, coloca-se no dilema de interpretar Holly, a alma efervescente dos anos 60, acompanhante nova-iorquina. Independente. Antí-heroína. Claro, no roteiro, por conta da censura, amenizaram o lado moralmente condenável de Holly. Mas mesmo assim, era uma moça com uma moral muito baixa. Seria um grande passo para ela na sua atuação, algo que poderia dar muito certo, ou muito errado. (E, que como sabemos, deu incrivelmente certo!)
Muita gente usa a imagem com a cara da Audrey interpretando Holly, com seu longo cigarrete e black dress em um pôster ou camiseta, mas provavelmente muitos não sabem o impacto do filme e o porquê de ele ser um grande clássico do cinema, e estar estampado em tantos lugares até hoje.

Então, eu sugiro meesmo ler esse livro! A leitura, além de ter uma fluidez incrível, faz você perceber detalhes do longa que provavelmente você não prestou atenção da primeira vez. Eu, pelo menos, quando assisti novamente o filme, vi sobre uma nova perspectiva, como se alguém tivesse colocado um óculos de grau em mim kkk

 

4estrelas
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Esther Bereznjak
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Lifestyle

Uma Barbie pra chamar de sua

05/02/2016

Eu lembro até hoje, quando a gente era criança e brincava de boneca com alguma amiguinha. Seja quem era a dona das Barbies, empurrava a de cabelo moreno, a coadjuvante, ou a -falecida- Susi pra outra. E ficava com a barbie lynda e maravylhosa loiríssima, a principal, pra ela.

Massss em tempos em que esse esteriótipo clichê vem sendo cada vez mais discutido, a Barbie ganhou nova versões, oficiais, de corpos. A Mattel anunciou (quinta-feira, 28/01/16) os novos modelos da boneca: sete novos tons de pele, três tipos de corpos (petit, curvilínea, alta), 22 cores de olhos e 24 cabelos diferentes (desde afros até madeixas azuis!).

Imagem usada na divulgação da Mattel

É bem interessante o trabalho que a marca vêm fazendo. Além das profissões (mais de 100!) que já foram incluídas na linha da boneca. Claro, isso, ainda, é só um começo. E além dessa campanha oficial da marca, há algumas iniciativas bem legais independentes por aí. É o caso da @Hijarbie

Iniciativa criada pela designer de 24 anos, Haneefah Adam, da Nigéria, tem feito bastante furor no Instagram. Nele, ela mostra Barbies usando conjuntos criados por ela, com o tradicional tipo de véu muçulmano. Haneefah tem recebido um feedback bem positivo, com essa mensagem super legal que ela têm passado.

“It’s important to create a sense of value in the Muslim child, especially the girl child, they become more confident, more driven, they believe more in themselves, which leads to an appreciation of herself and her modest lifestyle and upbringing.”

“É importante criar um senso de valor nas crianças muçulmanas, especialmente nas meninas, assim, elas acabam mais confiantes, com alguma referência, e passam a acreditar mais em si mesmas, o que traz uma apreciação de si mesma e de seu estilo de vida rígido e modesto.”

Achou curioso? Dá só uma olhada nessa lindeza:

Snuggling up in this cold weather. #burgundy 😍 #instafashion #hijabfashion #hijarbiestyle #Hijarbie

Uma foto publicada por Mini Hijab Fashion! (@hijarbie) em

Pastel Floral prints with @eslimah !!🌂🌸💧💞 #hijabfashion #hijarbiestyle

Uma foto publicada por Mini Hijab Fashion! (@hijarbie) em

Good Morning/ Afternoon/ Evening wherever you are!❣💕 #Hijarbie #hijarbiestyle #hijabfashion

Uma foto publicada por Mini Hijab Fashion! (@hijarbie) em

Os conjuntos ainda não estão à venda, mas ela diz que já tá trabalhando nisso. Legal né? E vocês, conhecem mais alguma iniciativa assim? Conta aí pra mim! ♥


Esther Bereznjak
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